ello@elloconsultores.com.br

Redação

Redação

URL do Website: E-mail: CLOAKING

A Associação Brasileira de Revendedores de GLP (ASMIRG-BR) está comemorando o trâmite do Projeto de Lei 1968/2011, que propõe alterações na lei 12.009/2009 (regulamenta a entrega de gás e água com o motofrete, exigindo-se o sidecar ou semirreboques). Atualmente, é proibido o transporte de combustíveis, produtos inflamáveis ou tóxicos e de galões nos veículos, com exceção do gás de cozinha e de galões contendo água mineral, desde que com o auxílio de sidecar, nos termos de regulamentação do Contran.

Com a alteração da lei, passaria a ser permitido o transporte de um botijão de gás na moto, sem o auxilio do sidecar ou do semirreboque. A alteração já foi aprovada pela Comissão Viação e Transporte e agora está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), que analisará se este PL não fere nossa Constituição. Da CCJC, o PL vai para o Senado e, se passar, vai para a sanção presidencial.

Para Élcio Antônio Wurlitzer, da Milico Gás, o projeto é interessante. "Ficou mais seguro depois que começamos a utilizar o sidecar, mas acredito que para levar só um botijão, tem como fazer uma armação segura para agilizar a entrega", conta. Ele afirma que o botijão deve ser levado em pé. "Antes, as entregas eram feitas com ele deitado, mas os dispositivos de segurança dos botijões são feitos para quando ele está em pé e isso deve ser levado em conta", completa.

Jair Borges Martins, da Jair Gás, extinguiu as entregas com motos quando a lei entrou em vigor e ainda não sabe se vai voltar a utilizar o veículo. "Parei por causa do risco. É mais rápido, mas se o condutor chega a se acidentar é complicado. O custo para entregar de caminhonete é maior, mas é mais seguro", diz. Se o projeto de lei for aprovado, ele pode voltar a entregar de moto. "Vamos pensar, mas se fala muita coisa de que vai voltar a poder e nunca é aprovado", completa.

Em matéria publicada no Jornal de Beltrão do dia 6 de janeiro de 2011, o capitão Rogério Pitz, sub-comandante do 21º Batalhão de Polícia Militar, explica que existe a Resolução 356/2010 que disciplina o uso de motocicletas no transporte de mercadorias. "A motocicleta não foi feita para transportar produtos, mas como é um veículo leve e ágil acabou sendo utilizada por muitas empresas para entrega nos domicílios de produtos diversos como gás de cozinha, água mineral, pizza, entre outros", comenta.

Ele diz que já foi feito um trabalho de orientação com as empresas de Francisco Beltrão e muitas delas já respeitam a legislação fazendo a entrega com camionetas. Mesmo assim, quem desrespeitar a lei está sujeito às sanções. O oficial afirma que o transporte só pode ser efetuado com sidecar ou com baús em cima do banco da moto. Água ou botijões nas laterais não podem ser levados.

 

Confira o que diz a legislação sobre o transporte de gás

 

O equipamento fechado (baú) deve atender aos seguintes limites máximos externos largura: 60 cm, desde que não exceda a distância entre as extremidades internas dos espelhos retrovisores; comprimento: não poderá exceder a extremidade traseira do veículo; e altura: não poderá exceder a 70 cm de sua base central, medida a partir do assento do veículo.

O baú deve conter faixas retrorrefletivas, de maneira a favorecer a visualização do veículo durante sua utilização diurna e noturna. É proibido o transporte de combustíveis inflamáveis ou tóxicos, e de galões nos veículos de que trata a Lei 12.009 de 29 de julho de 2009, com exceção de botijões de gás com capacidade máxima de 13 kg e de galões contendo água mineral, com capacidade máxima de 20 litros, desde que com auxílio de sidecar.

 

Penalidade de Transitar com o veículo:

 

IV - com suas dimensões ou de sua carga superiores aos limites estabelecidos legalmente ou pela sinalização, sem autorização: Infração - grave. Penalidade - multa. Medida Administrativa - retenção do veículo para regularização;

VI - em desacordo com a autorização especial, expedida pela autoridade competente para transitar com dimensões excedentes, ou quando a mesma estiver vencida. Infração grave. Penalidade multa e apreensão do veículo. Medida Administrativa: remoção do veículo;

VIII - efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens, quando não for licenciado para esse fim, salvo casos de força maior ou com permissão da autoridade competente.

 

Fonte: http://www.jornaldebeltrao.com.br

Data: 07/12/2012

Na última terça-feira, o engenheiro civil da ALGÁS, Jayme Marden, ministrou o módulo sobre inspeção das instalações internas de gás durante o Curso de Inspeção Predial que está sendo realizado na sede do Clube de Engenharia de Alagoas.
 

Na ocasião, Jayme apresentou as normas das inspeções internas de gás, mostrou como é feita a vistoria na rede de gás natural e como identificar os by pass (interligações clandestinas ou desvios na tubulação dos apartamentos).

“A grande procura do público pelo curso de inspeções na rede de gás mostrou a importância de se discutir o assunto, o qual é pouco abordado nas salas de aula de engenharia e arquitetura. Este interesse mostrou uma excelente oportunidade de atuação profissional nesse novo nicho de mercado”, disse o engenheiro.

O Curso de Inspeção Predial tem como objetivo capacitar profissionais para fiscalizar e avaliar as condições dos prédios da capital, identificando e prevenindo possíveis riscos na instalação elétrica, de incêndio, de gás, de água e esgoto, na estrutura de concreto, entre outros.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Algás

Data: 06/12/2012

 

A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou em 29/11/2012, o Programa de Otimização de Infraestrutura Logística (Infralog), em consonância com as orientações do Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 (PNG 2012-2016).

O Programa Infralog tem como objetivo planejar, acompanhar e gerir projetos e ações para atender às necessidades de infraestrutura logística do Sistema Petrobras até 2020. O Infralog garantirá uma gestão integrada dos projetos de logística na Petrobras, otimizando os custos de investimento da Empresa e contribuindo para a financiabilidade do PNG 2012-2016.

O escopo do Programa inclui atividades de logística em todo o Brasil, integradas com as áreas de exploração, produção e transporte de petróleo e gás natural, refino, comercialização e distribuição de derivados, garantindo de forma mais eficiente a segurança do abastecimento do mercado nacional e a viabilização das operações no Polo Pré-Sal.

Em sua primeira fase, o Programa mapeou as demandas logísticas da Companhia e todos os projetos necessários para atendê-las. Este portfólio de projetos foi criteriosamente analisado, em busca de soluções logísticas mais simples, capturando sinergias entre as áreas da Companhia, reduzindo investimentos e custos operacionais, à luz das condições legais e regulatórias vigentes.

Como resultados deste trabalho, são esperadas reduções de até US$ 1,6 bilhão para a Companhia nos investimentos em logística a serem executados pela Petrobras no horizonte 2012-2016, atingindo US$ 5,4 bilhões de redução no horizonte 2012-2020.

 

O programa está estruturado em 4 grandes temas, descritos a seguir: 

 

1) Bases de Apoio Offshore – Trata-se de projetos e ações ligados à demanda por infraestrutura portuária e aeroportuária para apoio às atividades marítimas com foco nas bacias do Espírito Santo, de Campos e de Santos.

2) Destinação de Líquidos de Gás Natural – A carteira de projetos relacionados a este tema busca oportunidades para a melhor movimentação e aproveitamento dos líquidos oriundos do processamento de gás natural do Pré-Sal.

3) Movimentação e Exportação de Petróleo – O crescimento da produção de petróleo da Companhia faz com que seja necessária maior capacidade em terminais para movimentação e exportação de petróleo. Os projetos objetivam a internação de petróleo para as refinarias da Petrobras assim como a exportação de petróleo em navios convencionais e de maior porte, otimizando-se o custo do transporte marítimo.

4) Suprimento e Distribuição de Derivados e Biocombustíveis – Os projetos distribuem-se por todas as regiões do país, associados ao crescimento projetado da demanda nacional por combustíveis. Tipicamente, são projetos de aumento de capacidade de tancagem, de ampliação de capacidade de dutos e de construção de bases de distribuição multicliente, e também ações que otimizam o escoamento da produção das refinarias com o uso da rede logística existente.

Para cada um dos temas acima, foram estabelecidos objetivos e metas que serão acompanhados de forma permanente. O Programa Infralog representa uma nova forma de gerir os projetos na área de logística na Petrobras. A análise de forma integrada das soluções logísticas possibilitará o aproveitamento de sinergias e redução de custos de todos os negócios do Sistema Petrobras, contribuindo para a disciplina de capital, além de abrir oportunidades para aumento dos investimentos em infraestrutura logística por parte de terceiros.

 

Fonte: Agência Petrobras

Data: 30/11/2012

A ELLO CONSULTORES promove, agora em novembro, treinamento e elaboração do Plano 2013 de várias empresas.

Ninguém melhor do que a equipe interna para saber qual caminho escolher. Mas o que falta muitas vezes é a orientação na condução da escolha. É neste ponto que a consultoria contribui com as organizações. Nós da ELLO vivemos o planejamento no dia a dia e sabemos que quanto menos horas de planejamento haverá mais horas para execução e resolução de problemas.

Trabalhamos com marketing industrial, e contamos com banco de dados de informações mercadológicas, mídias, eventos, etc. que muito contribuem no momento do planejamento.

Nosso programa de treinamento e planejamento estratégico é personalizado. Solicite uma proposta pelo email –  CLOAKING .

Quinta, 06 Dezembro 2012 12:10

Mazda e Fiat querem ampliar cooperação

A Mazda e a Fiat estudam oportunidades para ampliar a cooperação entre elas. As empresas já concordaram em firmar parceria para o desenvolvimento de conversíveis compactos. O acordo será oficializado até o fim deste ano e deve resultar nas próximas gerações do Mazda MX-5 Miata e do Alfa Romeo Spider.

Enquanto isso, os engenheiros das duas companhias elaboram uma lista de oportunidades de novos projetos. Sergio Marchionne, CEO do Grupo Fiat, já mostrou interesse em firmar acordo para produzir os carros da Mazda nas fábricas que a companhia italiana tem na Europa. Uma parceria nesse sentido ajudaria a reduzir a capacidade ociosa das plantas da empresa na região.

O executivo da montadora japonesa, Takashi Yamanouchi, no entanto, não está tão seguro sobre o projeto. A Mazda também não tem interesse em trocar participação acionária com a Fiat. Segundo Yamanouchi, a empresa quer se manter independente.

 

Fonte: http://www.smabc.org.br

Data: 03/12/2012

Quinta, 06 Dezembro 2012 12:09

BMC-Hyundai quer crescer 20% no próximo ano

A joint-venture BMC-Hyundai, firmada entre a distribuidora Brasil Máquinas de Construção (BMC) e a Hyundai Heavy Industries, que já detém 20% de participação nas vendas de escavadeiras hidráulicas acima de 12 toneladas, planeja crescer mais 20% em 2013. Para chegar a este resultado, inaugurará uma nova sede, com 17 mil metros quadrados, em Duque de Caxias (RJ) na quinta-feira, 6.

A unidade servirá para manutenção de equipamentos e estoque de peças a serem usados na nova fábrica da BMC-Hyundai, no município de Itatiaia, que começará as suas operações em março do próximo ano (leia aqui).

Segundo Armando Mantuano, diretor regional da BMC-Hyundai, a empresa investirá fortemente na gestão dos profissionais técnicos e de pré e pós-vendas. “Nossa missão é atender o cliente da melhor maneira possível. Hoje, praticamente todas as obras de construção do Rio de Janeiro têm equipamentos Hyundai operando.”

Para Felipe Cavalieri, presidente da BMC, o Estado do Rio de Janeiro possui atrativos interessantes para o mercado de construção civil e movimentação de carga. “Nosso crescimento está apoiado em ética, trabalho duro e verdade. Usaremos essas bases para conquistar novos mercados e agregar valor à operação de nossos clientes”, declara.

 

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br

Data: 03/12/2012

 

Foto: Divulgação

 

Há um esforço cada vez maior para tornar carro elétrico viável comercialmente. É consenso entre os especialistas que o "veículo verde" só vai conseguir competir de igual para igual com os automóveis com motor a combustão quando a densidade energética da bateria for aumentada, o que requer tempo e investimentos muito altos. Outra alternativa é, reduzir o peso dos protótipos, usando materiais compostos e altamente resistentes. Pensando na segunda opção, técnicos da Itaipu Binacional, uma das maiores geradoras de energia limpa e renovável do mundo, que já desenvolveu protótipos do Palio Weekend elétrico - e até mesmo de ônibus e caminhões elétricos ¿ decidiram usar como base a complexa e avançada tecnologia de equipamentos da indústria aeronáutica para tentar chegar ao carro elétrico ideal.

"Uma das estratégias para aumentar a autonomia dos veículos elétricos é reduzir drasticamente o peso dos protótipos. E quando pensamos nessa diminuição não existe setor que entenda mais desse assunto do que as empresas aeronáuticas", afirma Celso Novaes, engenheiro da Itaipu Binacional e um dos responsáveis pelo projeto, que fechou parceria com a empresa ACS Aviation, de São Bernardo do Campo (SP) para a produção de um pequeno avião esportivo, batizado de ACS 100 Sora, que foi apresentado à Itaipu Binacional por diretores da Embraer - a gigante do setor sonha, num futuro próximo, em fabricar aviões elétricos. Se tudo correr bem, adianta Novaes, por volta de julho de 2013, um protótipo de avião elétrico já conseguirá decolar das pistas. "É um projeto pioneiro. No mundo, apenas a NASA possui projetos similares. E posso garantir que estamos no páreo com eles", garante o engenheiro da Itaipu.

Novaes explica que a ACS conseguiu desenvolver uma asa altamente resistente, que suporta, por exemplo, até dez sacos de cimento em cada lado, e que pode ser levantado usando apenas um dedo. Se conseguir decolar no prazo previsto, será o primeiro avião elétrico da América Latina e terá as mesmas características dos mais avançados aviões produzidos no mundo. "É tudo muito novo. É importante que o Brasil saia na frente. Tenho certeza de que brevemente seremos referência na produção de aviões elétricos no mundo e o mais importante: conseguiremos, se beneficiando da tecnologia aeronáutica, fazer os melhores carros elétricos do planeta", afirma Novaes.

 

Fonte: http://invertia.terra.com.br

Data: 02/11/2012

A agroindústria indiana Prasad Seeds pretende investir R$ 60 milhões para construir uma unidade de processamento de sementes no Distrito Industrial de Barreiras, no Oeste baiano. De acordo com o secretário de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Turismo do município, José Maria de Albuquerque, a planta vai gerar 45 empregos diretos e 200 indiretos.

O gestor afirmou que a empresa está resolvendo alguns trâmites burocráticos com o governo do estado, etapa que deve durar cerca de 60 dias. A unidade deverá ser instalada num prazo entre 12 e 18 meses. "Eles me disseram que querem começar a produzir o quanto antes", informou Albuquerque.

O representante da Prasad Seeds, Anandha Kumar Deekaram, esteve em Barreiras na terça-feira e elogiou, na ocasião, as potencialidades do município para a produção de milho, com duas safras no ano. Albuquerque acrescentou que a empresa também produzirá e processará sementes de soja e de algodão no futuro.

 

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Data: 19/05/2012

A indústria nacional vai abrir 4,7 mil vagas para operadores de máquinas de usinagem CNC até 2015. Este dado consta de uma análise mais detalhada da pesquisa Mapa do Trabalho Industrial 2012, realizada pelo Senai. Operador de CNC, segundo a pesquisa, seria a terceira ocupação de maior demanda no período, atrás de técnico em construção civil e técnico de controle da produção.

De acordo com este novo recorte feito na pesquisa, seis setores da indústria devem gerar 625 mil empregos até 2015. Assim, construtoras, empresas de prestação de serviços à indústria, fábricas de veículos, de máquinas e equipamentos, alimentos e bebidas e roupas e acessórios serão responsáveis por 52% das vagas que devem ser criadas na indústria nos próximos três anos.

 

 

“A criação das novas vagas depende da continuidade da estabilidade econômica e da retomada do crescimento no País”, explica o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. “Assim, os setores de maior demanda são aqueles intimamente ligados ao consumo das famílias”.

 

NOVO PERFIL DO PROFISSIONAL - Entre os profissionais técnicos, a ocupação que lidera a demanda, com mais de 16 mil vagas, é a de técnico em construção civil, responsável por desenvolver levantamentos topográficos, elaborar planilhas de orçamento e controle e supervisionar a construção de edificações. Entre outras atividades, inspeciona a qualidade de materiais e serviços para assegurar sua conformidade com projetos e normas de construção.

Em segundo lugar, está o técnico de controle da produção nas montadoras de veículos (com 9,5 mil vagas) e no setor que presta serviços principalmente às empresas (com 8.255 vagas). Em seguida, está o operador de máquinas de usinagem CNC (4,7 mil vagas).

O salário médio das 15 profissões de nível técnico com maior número de vagas nos próximos anos é de R$ 2.406,69. Com dez anos de profissão, a remuneração média desses profissionais sobe para R$ 4.039,75.

O estudo revelou um detalhe importante: as três ocupações de nível técnico com maior demanda por trabalhadores qualificados exigem conhecimento de matemática e programação em computador. A necessidade por esse perfil profissional segue a tendência de aumento da demanda por qualificação, que, para o período 2012-2015, é 24% maior que a registrada em 2008-2011.

 

 

Fonte: http://www.usinagem-brasil.com.br

Data: 04/12/2012

Quinta, 06 Dezembro 2012 11:45

Indústria cobra mais incentivo

A indústria brasileira de autopeças não está acompanhando o crescimento do mercado automotivo nos últimos anos, uma vez que os fabricantes nacionais esbarram na falta de incentivos direcionados especificamente para o setor e no aumento da importação de veículos e, principalmente, de peças a preços mais competitivos.

A avaliação é do presidente da Câmara Automotiva da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Fábio Sacioto. Segundo ele, esse cenário, por um lado, provocou a estagnação do faturamento do segmento e, por outro, desestimulou os investimentos das empresas, que estão muito aquém do necessário para acompanhar o crescimento do mercado automotivo.

 Em Minas, o cenário não é diferente. Segundo maior polo de autopeças do país, com 154 indústrias, aproximadamente 60 mil empregos diretos e giro financeiro de R$ 12 bilhões por ano, o Estado vive a expectativa de que o novo regime automotivo - o Inovar Auto - beneficie a atividade.

"O impacto será positivo porque o novo regime definirá mais um ciclo virtuoso para a indústria automotiva do país. Porém, todo o estímulo dado às montadoras também precisa ser direcionado para a indústria de autopeças, que não está sendo beneficiada diretamente", alerta Sacioto.

De acordo com ele, o segmento mantém diálogo constante com as montadoras e com o governo federal, com o objetivo de ajustar o novo regime à realidade do setor, concedendo incentivos diretos à indústria de autopeças e criando condições para que a atividade acompanhe a evolução do mercado automotivo no Brasil.

E as conversas parecem que já estão dando resultado. No começo de novembro, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, defendeu que o setor de autopeças seja beneficiado pelo governo e pediu a prorrogação, por mais um ano, do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra).

Segundo o industrial, o programa, feito para atrair investimentos no setor automobilístico, teria que ser repassado para atrair também a indústria de autopeças frente ao risco de ter montadoras no Brasil importando componentes.

Apesar de admitir que o segmento se desenvolveu na última década e que, em alguns casos, ainda são feitos investimentos relevantes em ganhos de produção, Sacioto estima que serão necessários aportes da ordem de US$ 3,5 bilhões por ano para que o parque de autopeças acompanhe a demanda das montadoras.

Para se ter uma ideia da evolução do segmento, em 2003 a utilização da capacidade instalada era de 83%, percentual que subiu para 92% no ano passado, o que mostra que ainda há espaço para a instalação de novas plantas industriais, na avaliação de Sacioto.

 

Fonte: http://www.diariodocomercio.com.br

Data: 01/12/2012

Página 117 de 199