ello@elloconsultores.com.br

Redação

Redação

URL do Website: E-mail: CLOAKING

Para Richard Klein, da Multiterminais, extinção da Lei dos Portos fará com todos os artigos da MP tenham emendas.
O formato final da Medida Provi­sória do pacote de investimen­tos para os portos pode levar a um "apagão" no setor, na avalia­ção de Richard Klein, presidente do Conselho de Administração da operadora Multiterminais. O temor do executivo está relacio­nado às mudanças que podem vir a ser feitas no congresso e ao fato de a MP ter extinguido total­mente a Lei dos Portos, de 1993.
"Temo um campeonato de ti­ro ao alvo no congresso. Como decidiu-se revogar a Lei dos Por­tos, haverá emendas em todos os artigos da MP", afirmou Klein em apresentação feita ontem em seminário da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. "Se não tiver uma mão forte para dar coordenação (à tramitação), te­mos o risco de ter apagão nos por­tos", completou o executivo.
Em sua apresentação, Klein destacou que a Lei dos Portos era um marco regulatório conso­lidado e refutou a ideia de que os terminais portuários são um en­trave no gargalo logístico do País. Segundo ele, o setor vinha em expansão (com crescimento da corrente de comércio interna­cional) e tinha custos competiti­vos internacionalmente.
Além disso, dos custos de transporte de cargas que saem pelos portos, apenas 8% estão li­gados aos terminais; 30% são re­lacionados ao transporte rodo­viário até os portos.
Antaq.
A presidente Dilma Rousseff editou ontem um decre­to para evitar uma paralisia nos trabalhos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), órgão responsável pela con­dução do pacote de moderniza­ção dos portos. O documento permite que o ministro da Secre­taria dos Portos, Leônidas Cristino, indique provisoriamente ser­vidores para ocupar cargos na di­reção da agência.
Com a saída de Tiago Pereira Lima do cargo de diretor-geral, o comando da Antaq passou a con­tar com apenas um integrante. Oficialmente, o órgão tem três diretores. Para tomar qualquer decisão é preciso pelo menos dois membros. Lima pediu de­missão na sexta-feira e sua exo­neração foi oficializada ontem. Ele foi indiciado pelo Ministério Público Federal por participa­ção no esquema de venda de pareceres investigado na Opera­ção Porto Seguro, da Polícia Fe­deral.
O ministro Leônidas Cristino poderá indicar interinos para a diretoria da Antaq até que o go­verno encaminhe ao Senado os nomes que irão ocupar oficial­mente as funções. Todos os indi­cados precisam ser sabatinados.
Segundo apurou o Estado, o novo diretor-geral da Antaq de­ve ser Pedro Britto, antecessor de Leônidas Cristino na Secretaria dos Portos. Britto é, atual­mente, o único diretor da Antaq, e deve ser "promovido", deixan­do as outras duas vagas para indicação interina.


Modelo antigo.

O caminho en­contrado pelo governo federal para permitir que a Antaq permaneça funcionando sem depen­der do aval definitivo do Senado é o mesmo adotado para a Agên­cia Nacional de Transportes Ter­restres (ANTT) no início do ano.
Quando o Senado rejeitou a re­condução de Bernardo Figueire­do para a direção-geral da ANTT, o governo editou um pa­recer permitindo ao ministro dos Transportes indicar interi­nos para cuidar do comando da agência reguladora.
A presidente Dilma acabou in­dicando, mais tarde, Figueiredo para comandar a recém-criada Empresa de Planejamento e Lo­gística (EPL).
Coincidentemente, Antaq e ANTT ganharam força nos últi­mos meses com os pacotes de concessões de rodovias, ferro­vias e portos à iniciativa privada, anunciados por Dilma neste se­gundo semestre.

 

Fonte: http://www.senado.gov.br

Data: 11/12/2012

A presidente do Brasil,  Dilma Rousseff, disse, em 12/12/2012, em Paris, que o governo pretende construir cerca de 800 aeroportos regionais no país.

 

Segundo a presidente, pelo projeto, cada cidade com até 100 mil habitantes deverá ter um aeroporto a, no máximo, 60 quilômetros de distância. "É uma necessidade também importante para o crescimento do país", disse Dilma a empresários franceses, após participar do seminário empresarial Desafios e Oportunidades de uma Parceria Estratégica.

Dilma falou sobre a importância da privatização de grandes aeroportos e da recapacitação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e ressaltou a necessidade de interiorização do transporte aeroviário num país continental como o Brasil.

A presidente enfatizou a importância de fortalecer a aviação regional no país, "diferenciada da aviação de longo alcance". Segundo ela, é preciso interiorizar o transporte aeroviário no Brasil. "Nós precisamos de médias empresas regionais de aviação."

Além de um aeroporto a no máximo 60 quilômetros de distância em municípios com até 100 mil habitantes, a presidente defendeu a construção de aeroportos nos pontos turísticos do país e disse que o governo tem recursos para isso. "Nós temos recursos para isso – originários até das outorgas que cobramos dos aeroportos, dos grandes aeroportos."

A presidente também confirmou que o governo deve lançar, até esta quinta-feira (13), o edital para o leilão da primeira etapa do trem de alta-velocidade que ligará Campinas, São Paulo e Rio de janeiro.

O edital foi aprovado na última semana pelo Tribunal de Contas da União com ressalvas. "Amanhã [quinta-feira, 13], daremos um passo decisivo porque o trem de alta velocidade, que será licitado em dois momentos, começa a ter a sua licitação de tecnologia – licitam-se a tecnologia a ser adotada e o operador, e, na sequência, escolhe-se e licita-se a construção."

 

Fonte: http://www.portugaldigital.com.br

Data: 12/12/2012

 

 

 

 

A presença de empresas nas redes sociais aumenta a cada dia, mas para esta presença fazer a diferença são necessárias ações estratégicas e principalmente criativas.

Como sabemos, não basta estar presente nas redes sociais, é necessário interagir, e uma das melhores formas de interação é feita através de promoções e sorteios.

Num momento em que os consumidores estão cada vez mais exigentes e possuem cada vez mais voz ativa, promoções interativas como sorteios, concursos e distribuição de brindes são formas de marketing que realmente fazem a diferença.

Hoje mais de 50% dos usuários de internet no Brasil participam de sorteios pelo menos uma vez por mês, e isso mostra o potencial deste tipo de ação de marketing. Através de uma promoção interativa é possível se cumprir uma série de metas, como a construção da marca nas redes sociais (empresas que executam ações promocionais na web possuem duas vezes mais amigos, fãs ou seguidores nas redes sociais), e isso conseqüentemente leva ao aumento de acessos ao website da empresa, aumento de referências e comentários sobre a marca nas comunidades online, fóruns e blogs, depoimentos espontâneos de participantes e ganhadores das promoções e o principal que é a conscientização das pessoas em relação à marca da empresa.

 

Pois bem, mas como entrar no mundo das promoções interativas?

 

Primeiramente a empresa tem que estar disposta a oferecer algo. Sabendo o que vai oferecer, seja um produto, serviço ou desconto, é necessário levantar quais redes sociais serão utilizadas para a execução da promoção. Podemos fazer promoções através do Orkut, Facebook, Flickr, Youtube, mas principalmente através do Twitter. O ideal é realizar uma promoção integrando diversas redes sociais, porém como o fator tempo e dinheiro ainda é decisivo, uma das formas mais eficazes de realizar uma promoção online é através do Twitter. Para isso basta você definir o que oferecer aos seguidores e de que forma isso será oferecido. Pode ser realizado um concurso cultural, você pode fazer com que o seguidor, através de um link divulgado no Twitter acesse o seu site e faça um cadastro (aumentando assim o seu mailing para futuras ações), você pode pedir para que enviem uma foto, um vídeo, uma frase, e isso pode ser votado pelos próprios seguidores em seu site ou mesmo dentro de uma rede social, porém a forma mais simples é solicitando aos seguidores para primeiramente seguirem o perfil da sua empresa, e darem um Retweet, o famoso RT, em uma determinada frase, com a Tag (#) da campanha e de preferência com um link que leve a uma página do site explicando todo o regulamento da promoção para assim evitar algum problema futuro. Cada seguidor que dá um RT divulga a promoção para todos os seus seguidores, e isso faz com que durante a vigência da promoção, o perfil da sua empresa seja seguido por muitas pessoas que estão participando da promoção, o que gera o tão sonhado “Buzz”, ou seja, muitas pessoas conhecendo e visualizando a sua marca, disseminando o seu link e participando e interagindo diretamente com você, o que é muito positivo.

Algumas ferramentas que ajudam nas promoções interativas são o migre.me (encurtador de links), o twitrand.com, o sorteie.me e o Random.org (sorteios online). É claro que devem ser tomados alguns cuidados, principalmente em relação ao regulamento, que deve sempre ser claro e objetivo, mas também em relação a divulgação dos resultados (o ideal é sempre “printar” as telas e divulgar através do Twitpic.com) e também com a entrega dos prêmios.

Finalizando, assim que o sorteio for realizado, os resultados divulgados e os prêmios entregues, é muito importante solicitar ao ganhador que envie um depoimento, de preferência com uma foto com o brinde em anexo, para você divulgar posteriormente, mostrando aos demais participantes a seriedade e transparência da empresa, o que leva os seguidores a sempre participarem e divulgarem as próximas ações da sua marca, cumprindo assim outra importante etapa das metas de marketing, a fidelização.

 

*Raphael Segati é consultor de marketing digital

 

Fonte: http://ecommercenews.com.br

Data: 25/10/2012

A Rolls-Royce fechou contrato de R$ 31 milhões com a Jackson Offshore Operators para equipar duas embarcações de apoio offshore da empresa. Além do projeto de gerenciamento, será entregue um pacote integrado de sistemas de propulsão e controle. As unidades começarão a operar em 2014.

“Há um ganho de eficiência durante todo o processo de construção por meio do uso de um único fornecedor de sistemas de navios com enorme experiência em complexos sistemas de integração. Além disso, o perfil operacional das embarcações, com sistema de energia elétrica a diesel de baixa tensão (Active Front End) e propulsores Azipull, é extremamente eficiente no consumo de combustível enquanto reduz emissões de exaustão e traz economia para os nossos clientes”, disse o presidente da Jackson, Said Lee Jackson, sobre a escolha da Rolls-Royce.

O presidente da divisão Offshore da Rolls-Royce, Anders Almestad (foto), comemorou o contrato e disse que era um privilégio trabalhar com a Jackson. “Isso nos permite demonstrar claramente nossa capacidade de entregar valor aos clientes por meio de um engajamento próximo ao projetar e comissionar um pacote de sistemas integrados altamente complexo”, afirmou.

 

Fonte: http://www.petronoticias.com.br

Data: 10/12/2012

As indefinições no setor de petróleo e gás como mudança na lei, disputa pelos royalties do petróleo entre Estados produtores e não produtores, a falta de leilões de novos blocos de exploração, além da dificuldade das empresas de cumprir as determinações do Governo Federal sobre o conteúdo nacional têm inibido os investimentos no país.

A mão de obra qualificada é outro problema enfrentado pelo setor. De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos De Luca, as companhias de petróleo passam por problemas de contratação de trabalhadores estrangeiros em função de casos criminais e civis contra funcionários da Chevron e da Transocean.

"A ausência de leilões de concessões e as repercussões do vazamento de Frade tornaram o ano muito ruim para os negócios no setor de petróleo no Brasil", disse De Luca, durante o evento "Reavaliação do Risco Brasil 2012", realizado no Rio de Janeiro. O presidente do IBP ressaltou que "algumas empresas tiveram de fazer alterações em contratos de trabalho, oferecendo helicópteros e bilhetes de avião abertos para os seus trabalhadores poderem sair do país imediatamente se houver um acidente" .

Em novembro de 2011, o derramamento de óleo no campo de Frade gerou acusações criminais contra 17 funcionários da Chevron e Transocean. As acusações contra as duas empresas poderia levar a penas de prisão de até 31 anos, fomentando o medo da categoria de profissionais estrangeiros.

Segundo De Luca, trabalhadores cruciais para a indústria em expansão como operadores de equipamentos de alta tecnologia e sondas de perfuração de petróleo querem garantias em seus contratos de trabalho para saída do país em caso de acidente, como vazamento e óleo. Momento em que o Brasil passa por falta de mão de obra qualificada para o setor tendo a necessidade de contratação de trabalhadores estrangeiros.

No entanto, a evasão é encontrada também com profissionais locais. A Petrobras pensa em fazer um trabalho com as construtoras, fornecedoras de bens e serviços, para reter profissionais capacitados pelos cursos gratuitos do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp). Parte desses profissionais está migrando, depois da qualificação, para outras áreas de atividades.

“Estamos qualificando pessoas que têm migrado para outras indústrias como papel, celulose, bebidas e para projetos de infraestrutura", disse Paulo Alonso, coordenador-executivo do Prominp.

Alonso disse ainda que a indústria de petróleo está perdendo 40% do capital humano qualificado para outros setores, incluindo grandes projetos de infraestrutura da Copa do Mundo de 2014. No começo de 2013, deverá haver reunião para discutir o tema entre a Petrobras e construtoras na Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi).

 

Fonte: http://nnpetro.com.br

Data: 11/12/2012

Falta de conteúdo local. Este foi o motivo apontado pela Petrobrás para desqualificar o consórcio Construções e Montagem Offshore (CMO), formado por Construcap, McDermott e Orteng, para a licitação de aquisição e integração dos módulos dos FPSOs P-74 e P-76, que serão utilizados na exploração da Cessão Onerosa, na Bacia de Santos.
A desqualificação veio após três consórcios que disputam a licitação entrarem com recursos questionando a proposta técnica do consórcio CMO, que previa a construção de módulos fora do Brasil. De acordo com a Petrobrás, as propostas do CMO “apresentaram inconsistências/distorções”.
Com a decisão da estatal, continuam na disputa os consórcios Queiroz Galvão/Iesa/Carmago Corrêa, Andrade Gutierrez/GDK e Technip/Techint, além das empresas Engevix, Jurong e Estaleiros do Brasil (EBR).

Fonte: Petronotícias

Data: 12/12/2012

 

oi-shopping-t.jpg


Loja da OI em São Paulo. Eletrônicos da empresa devem ganhar destinação adequada

Oferecer destinação ambientalmente correta ao lixo eletroeletrônico produzido pela empresa, fornecedores, clientes e colaboradores. Este é o objetivo da operadora de telefonia Oi, que vai investir R$ 10 milhões em um parque industrial voltado à logística reversa, um dos principais mecanismos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010.

Segundo informações do Estadão, serão cinco fábricas localizadas no Amazonas, Goiás, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A operadora de telefonia fechou a parceria estratégica com a Descarte Certo, empresa especializada em serviços de coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletrônicos do grupo Ambipar.

A expectativa é de que sejam processadas 1.200 toneladas de resíduos por mês no parque industrial.

"As novas fábricas atenderão a demanda da Oi e vão compor um parque industrial no Brasil capaz de processar resíduos de outras indústrias eletroeletrônicas", afirmou a operadora de telefonia, por meio de comunicado. Os aportes devem ser feitos ao longo dos próximos seis anos. As cinco unidades devem gerar 5 mil empregos diretos e indiretos, projeta a companhia.

A expectativa é de que sejam processadas 1.200 toneladas de resíduos por mês no parque industrial. São considerados resíduos sólidos as partes e as peças de bens de consumo, como celulares, computadores e eletrônicos. A Oi calcula que, em 2011, foram encaminhadas mais de 3.300 toneladas de material para reciclagem. Segundo a empresa, urnas coletoras para recolhimento de celulares, baterias e acessórios são disponibilizadas em suas lojas e prédios administrativos.

"Com esta iniciativa, a companhia antecipa sua adequação à aplicação da Lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que deve ter caráter obrigatório a partir do segundo semestre de 2013, após sua regulamentação", afirmou a empresa.

A política prevê a redução da geração de resíduos, sua reutilização e destinação ambientalmente adequada, assim como a responsabilidade compartilhada entre os geradores dos resíduos, desde fabricantes, distribuidores, comerciantes e consumidores.

 

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/dezembro/parque-industrial-da-oi-para-reciclar-eletronicos?tag=empresa-sustentavel#ixzz2ErsZqFbJ
Data: 11/12/2012

O grupo alemão Freudenberg anunciou ontem ter fechado um acordo para comprar a Vector Technology, empresa sediada na Noruega e com forte atuação em soluções de vedação para o mercado de óleo e gás.
Em nota, o grupo Freudenberg disse que a aquisição é parte da estratégia de expansão global da companhia e de reforço da atuação no mercado de petróleo.
O valor da transação não foi revelado, mas, de acordo com o grupo alemão, o faturamento da Vector é da ordem de 80 milhões de euros. Além da própria Noruega, a Vector tem unidades no Brasil, na Austrália, na Malásia, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Globalmente, conta 280 trabalhadores.
O grupo Freudenberg é uma corporação centenária de origem familiar na Alemanha, que atua em 58 países e faturou 6 bilhões de euros em 2011. A companhia, que iniciou as atividades na Europa no século XIX no mercado de couro, hoje atua em diversos setores, de máquinas e equipamentos a autopeças, lubrificantes e coberturas para pisos. As atividades relacionadas à indústria de curtume, no entanto, foram encerradas em 2002.

Fonte: Valor Econômico

Data: 12/12/2012

Sexta, 14 Dezembro 2012 13:46

A humanização das marcas

Um manifesto publicado nos anos 2000 profetizou: saem os consumidores e entram as pessoas; vender é uma conversa a dois em uma mesa. Atualmente, a grande revolução é falar com milhões de pessoas e cada uma ter a sensação de ser única, sem a necessidade de conversas ensurdecedoras. Young Moon, professora de Harvard, anunciou: “O susurro é o novo grito no século XXI”. Isso significa que os mercados são feitos de sussurros porque as pessoas estão próximas, ninguém precisa gritar. E nesse sentido, ser transparente é obrigatório na era da cocriação.
Em vez de conversar com as companhias aéreas, as pessoas querem trocar experiências, e fazem isso no FlyerTalk.com, uma comunidade de negócios de ávidos viajantes, que tem milhares de recomendações e comentários sobre voos.
Neste tempo novo, pessoas querem seguir pessoas. Vivemos o império da credibilidade. Olhe em volta: empresas gigantescas têm menos relevância, seguidores, fãs e amigos que autores, celebridades e ativistas.
Não importa o tamanho do negócio, é possível investir em sua presença nas redes. Diferentemente das mídias broadcast 1.0, nas quais você precisava de muito dinheiro para anunciar e colocar publicidade em revistas, rádios e televisão, as redes sociais são acessíveis. Sua marca pessoal ou corporativa precisa apenas de um excelente planejamento e vontade de inovar, ou seja, uma pequena empresa pode ter uma presença digital igual ou melhor que a queda de uma empresa secular de automóveis. Você apenas precisa estar pronto para responder críticas e dar feedbacks, os ícones das conversas 2.0.
Sua empresa precisará ter a humildade de dizer simplesmente “obrigado por colaborar” ou “desculpe-nos, erramos”. Um dia desses, ao acessar minha conta no Flickr , algo deu errado e, em vez daquele chavão “Nossos servidores estão com problemas, tente mais tarde” a mensagem era “Ops, o Flickr está com soluço! Já, já melhora”. Em vez de me irritar, eu sorri.
Vamos humanizar as relações digitais. Não se trata de humanizar uma marca e sim toda uma empresa. As histórias devem ser feitas por pessoas nas empresas, sem fim. A cada dia, um novo capítulo da relação é contado. Essa jornada é um processo cumulativo e contínuo de aprendizagem, que questiona, corrige e responde. É uma discussão aberta, colaborativa e distribuída, mas organizada.

 

* Gil Giardelli é autor do livro "Você é o que você compartilha" (Editora Gente), e especialista no Mundo.com, com quase duas décadas de experiência no universo digital. Web-ativista, é também professor nos cursos de Pós-Graduação e MBA do Miami Ad School e do Centro de Inovação e Criatividade (CIC) da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo, e da FIA-LABFIN/PROVAR em São Paulo. Giardelli também é CEO da Gaia Creative.

 

Fonte: http://www.tiinside.com.br

Data: 04/12/2012

Os investimentos bilionários previstos para explorar a camada pré-sal de petróleo na Bacia de Santos empolgam centenas de pequenas e médias empresas. Muitas companhias já começaram a se capacitar para aproveitar as oportunidades.
Empreendedor fatura importando máquina chinesa que pinta unhas
Presidente do Sebrae indica as 3 áreas de negócios mais promissoras em 2013
Confira os principais eventos de negócios da semana
Só entre 2012 e 2016, a Petrobras planeja investimentos de US$ 131,6 bilhões em exploração e produção de petróleo e gás na região.
A expectativa das pequenas empresas da cadeia de petróleo e gás é tornarem-se fornecedoras da Petrobras ou de seus parceiros. Só a estatal fecha mais de 100 mil contratos por ano.
Para atender às exigências de qualidade do setor, um grupo de entidades (USP, Fiesp, Ciesp e Senai-SP) criou uma iniciativa para capacitar e incentivar a inovação da indústria paulista chamada Nagi PG (Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação na Cadeia de Petróleo e Gás).
Eles oferecem cursos em São Paulo, na Baixada Santista, no Vale do Paraíba e em Sertãozinho (as aulas começam em janeiro). Em 2013, vão abrir turmas em outras regiões do Estado.
A meta é formar, até 2014, 400 empresas que receberão assessoria para elaborar projetos de inovação e para aprender a requisitar verbas em instituições de fomento.

Setor de fases

Segundo o diretor-adjunto de infraestrutura do Ciesp, Kalenin Branco, o negócio de combustíveis fósseis envolve um longo período de maturação, mas em todas as fases há oportunidades de lucro. "Do anúncio de um poço até a concretização da operação, são 15 anos de esforços.
As pequenas e médias empresas precisam se capacitar logo, acompanhar cada fase da cadeia para aprender a encontrar negócios", diz Branco.
Uma pequena indústria que tenta surfar na onda do pré-sal é a Termodin, de São Paulo, que fabrica ventiladores industriais e equipamentos de ar-condicionado. A diretora-executiva da empresa, Juliana Pereira, 34, conta que já fez negócios com a cadeia de combustíveis, mas considera que os novos desafios são maiores por causa da competição externa.
"Investimos na expansão da capacidade produtiva, em melhorias incrementais e em TI. O preço menor é a principal arma dos competidores externos, por isso a necessidade de se capacitar mais."
A empresária se inscreveu no Nagi PG enxergando oportunidades, mas também citou dificuldades, como o fato de a matéria-prima local ser mais cara.
Outra empresa atenta às oportunidades do setor é a Fast Work Solutions, de Santos. Seu proprietário, Cláudio Bruno Franco, 47, aposta em softwares de gestão empresarial em computação em nuvem, além de treinamento e suporte na área de TI.
Lalo de Almeida/Folhapress    
Claudio Bruno Franco, dono da Fast Work Solutions, empresa de treinamento e suporte na área de TI que está trabalhando com cadeio de combustiveis fósseis
Empresa de Cláudio Bruno Francode oferece treinamento e suporte na área de TI para cadeia de petróleo e gás
Ele conta que, nas reuniões do Nagi PG, aprendeu quais são as opções públicas de financiamento para inovação. "As instituições exigem bons projetos, é preciso aprender a elaborá-los", diz.
A Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) concentra no Brasil os investimentos para a cadeia de combustíveis fósseis nas pequenas empresas com os programas Inova Brasil e o Inova Petro (em parceria com o BNDES). São R$ 3 bilhões de recursos disponíveis, com limite de crédito de 90% do investimento.

Demandas

Hoje, a principal operação da Petrobras em São Paulo está relacionada ao refino.
Para a retirada do óleo do pré-sal, prevista para iniciar plenamente em 2016 na Bacia de Santos, a estatal vai precisar de 38 novas plataformas e 45 sondas de perfuração e também da construção de refinarias e fábricas de fertilizantes, além da implantação de uma usina de biodiesel e de bases de distribuição.
Segundo o gerente de fornecimento de bens e serviços da Petrobras em Santos, Victor José de Saboya Oliveira, é um diferencial dispor de fornecedores que atendam a estatal em preço, prazo e qualidade, instalados próximos à sua operação.
"Há ganhos relacionados ao fornecimento de peças sobressalentes, além da mitigação de riscos relacionados a variações cambiais", ele diz.
E há exigência de conteúdo nacional para várias áreas de exploração da área de combustíveis. As primeiras sondas de perfuração construídas no Brasil terão 55% de conteúdo local.
Um gasoduto pode atingir até 95%. Em relação à competição com fornecedores estrangeiros, Oliveira afirma que as pequenas empresas brasileiras também têm trunfos nos negócios.
"[Elas] têm oportunidades nos fornecimentos mais simples, a partir de seus registros locais. E também podem participar suprindo os fornecedores de itens mais complexos."

A Petrobras busca

Tubos, conexões, caldeiraria, equipamentos submarinos, bombas, motores, turbinas, guindastes, guinchos, válvulas, geradores e motores, subestação, transformadores, equipamentos de instrumentação e automação, além de serviços, como engenharia, construção e montagem.

O cadastro de fornecedores é feito no Canal Fornecedor, disponível no site.

Fonte: Folha de São Paulo

Data: 10/12/2012

Página 117 de 201